Boa madrugada -  Quarta-feira 16 de Abril de 2014


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Goiania - GO
Goiânia - GO

Capital Goiânia - GO                            
Area (Km²)   340.086.698
Números de Municípios 246
População estimada em 2010 5.849.105


 

 

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Abadia de Goiás 1 - GO Abadia de Goiás 2 - GO Abadia de Goiás 3 - GO Abadia de Goiás 4 - GO

Abadia de Goiás - GO

Abadia de Goiás - GO                      Goiás - GO                                         
População 6.868
Abadia de Goiás é um município brasileiro do estado de Goiás.

Sua população estimada em 2010 era de 6 868 habitantes.

História

Elevado à categoria de município com a denominação de Abadia de Goiás, pela Lei Estadual nº 12799, de 27 de dezembro de 1995, desmembrado de Aragoiânia, Goiânia, Guapó e Trindade. Sede no Distrito de Abadia de Goiás, Constituído do Distrito Sede. Instalado em 1 de janeiro de 1997.

Em divisão territorial datada de 15 de julho de 1997, o município é constituído do Distrito Sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 15 de julho de 1999.

A aproximadamente 1 km da região habitada da cidade, encontra-se o lixo radioativo proveniente do Acidente de Goiânia, com o isótopo de metal alcalico Césio, armazenado em dois depósitos subterrâneos.   

As famílias: Alves Forte, Alves Qqueiroz, Alves de Oliveira, Alves de Carvalho,
Alves Galvão, foram considerados como os coronéis da região (Quartiões, Assim eram chamados os coronéis da época). Estas famílias por volta de 1840 adquiriram da Fazenda Nacional (Governo), amplas áreas de terras (mata virgem), como todos que compravam quadras de campos ou léguas desmatariam para criação de gado e plantio de lavouras, o latifúndio era a regra e com ele em vista da escassa população, tinha-se em mira assegurar o domínio de tão vastos territórios, não só com trabalho como também com armas. Movidos pelos interesses e desejos de promoverem o desenvolvimento das pessoas no qual pareciam que já haviam fixado diversos moradores, dando os primeiros sinais de vida e progresso, os coronéis resolveram mandar medir as áreas dividindo-as em lotes de 4000 por 400 metros separados por travessões (cerca de madeira) as que se chamou mais tarde de linhas.
Esses senhores passavam procurações a seus filhos mais novos que administrariam

as propriedades, como foi o caso de Antônio Alves Forte que com o falecimento de seu pai assumiu a fazenda, até hoje é a sede principal da região. Fazenda essa que se chama Poções. Ali casou - se com Maria Felicia de Jesus, os quais tiveram onze filhos, João Alves Forte, Antônio Alves Forte, Francisco Alves Forte, José Alves Forte, Joaquim Alves Forte, Messias Alves Forte, Perciliana Alves Forte, Maria Madalena Alves Forte, Maria Vitória Alves Forte, Ana Alves Forte e Eduardo Alves Forte, que dando continuação às tradições passadas pela família, com o falecimento de seu pai, em 1907, os irmãos ficaram reunidos na fazenda até se casarem, ficando por último Eduardo.

Conforme a tradição, os filhos mais novos assumiam a sede, assim aconteceu,
Eduardo passou a ser o quartião da região (coronel), administrando os bens deixados pelos seus pais, que se casou com Ana Marques da Cruz filha de família tradicional em Minas Gerais, tiveram três filhos, Fleuripes, Orminda e Gorgônio Alves Forte, que mais tarde veio a ser líder político formando assim uma corrente de grandes líderes na área da agropecuária, que eram eles: Eduardo Alves Forte, Manoel Libânio (Pedro), Manoel Limíro, José Basilio Ribeiro, José Ferreira (Anésio), Joaquim Basílio, Juvenal Queiroz, Ovídio Basílio Ribeiro, Landinho Queiroz, Antônio Alves de Queiroz, Antônio Teodoro Toledo, Sebastião Martins, José Pedro da Costa; foram estes os primeiros moradores da região.

 

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