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Belo Horizonte - MG
Belo Horizonte - MG

Capital               Belo Horizonte - MG                             
Area (Km²)   586.528.293
Números de Municípios 853
População estimada em 2010           19.595.309
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Cachoeira da Prata - MG

Cachoeira da Prata - MG                      Minas Gerais - MG                                  
População3.654
Cachoeira da Prata é um município brasileiro do estado de Minas Gerais.

Sua população estimada em 1 de julho de 2005 era de 3.858 habitantes. Dados atualizados do recenseamento 2010: 3.654 habitantes.

História

Cachoeira do Macacos foi o primeiro nome desta cidade, por estar às margens do Ribeirão dos Macacos. Por volta de 1886, com a fundação da Cia. Têxtil Cachoeira do Macacos pelo Cel. Américo Teixeira Guimarães e outros, o povoado surgiu e cresceu no entorno da pequena indústria. Ao longo dos anos, o povoado cresceu em função da indústria e de um de seus filhos mais ilustres: "Dr. Geraldo Pereira da Rocha"; figura carismática e querida por sua história na cidade. Em 30 de dezembro de 1962, o município emancipa-se de Inhaúma e em 17 de dezembro de 1975, com uma área territorial de 61 km² teve sua denominação alterada para Cachoeira da Prata.

Cultura, Turismo, Esporte e Culinária de Cachoeira da Prata

A festa de Nossa Senhora do Rosário é realizada anualmente, durante nove dias de setembro, com barraquinhas e apresentações de congado e folia de reis, temos também a festa do glorioso São Judas Tadeu no dia 28 de outubro. Uma das festas tradicionais da cidade que podemos destacar também, é o carnaval que conta com vários blocos carnavalescos sendo destaques: o 007, o Breguenight, Caverna do Dragão, Os bacanas, Toca do Gato e Mondrongo. Uma cidade alegre, turística e hospitaleira, cidade de gente bonita e comida típica e gostosa: destaque para a empadinha "capa seca" e a galinha caipira com angu, quiabo e orapronobis. Cachoeira, como é conhecida por seus moradores, também possui alguns pontos de visitação: como o Cruzeiro, a represa do Ribeirão dos Macacos, um conjunto de casas estilo barroco e colonial com mais de 100 anos se destaca na famosa "Rua Velha" parte antiga da cidade, que nasceu com a criação do povoado em 1886, o bairro da Ariranha onde ainda se encontra alguns descendentes de escravos que ajudaram a construir a fábrica de tecidos, o estádio municipal "Dr. Geraldo Pereira da Rocha", que já foi palco de grandes jogos e eventos. A antiga pensão da saudosa D. Olga que abrigou tropeiros e viajantes, também se destaca. A igreja matriz cachoeirense, com belas pinturas no seu interior e o altar em carrara, também merece ser visitada. Cachoeira também é o celeiro de bons jogadores de futebol: tendo fundado em 1919, o Cachoeirense Futebol Clube. Em 1987, o Cachoeirense sagrou-se campeão da liga amadora de Sete Lagoas e região. O município de Cachoeira da Prata, fica a 96 km de Belo Horizonte, pela BR-040, 28 km de Sete Lagoas pela MG-238, 40 km de Maravilhas pela MG-238 e 620 km de Brasília pela BR-040. Cachoeira da Prata também se destaca no estado, por estar entre os menores municípios em área territorial do Brasil.

Curiosidades

"Cachoeira" como é conhecida, também foi um dos berços da indústria mineira. Em 1886, fazendeiros da região, liderados pelo Coronel Américo Teixeira Guimarães fundam a Companhia Cachoeira de Macacos (CCM - primeiro nome). Vale ressaltar que à época, a maior parte do capital da empresa foi empregado por Jerônymo França e o Cap. João da Mata Teixeira (pai do Cel. Américo), o que não desonra a participação do Coronel em ter liderado os fazendeiros da região. Naquela época, as máquinas têxteis que eram importadas da Europa, quando chegavam ao Brasil, eram trazidas no lombo de burros até Cachoeira. Com o passar dos anos, o vilarejo cresceu no entorno da pequena fábrica de tecidos e diversas famílias já dependiam do sustento e do emprego proporcionados. Na verdade, este fato trouxe a Cachoeira diversos avanços em relação a municípios próximos. Como por exemplo o locomóvel, e já no século XX a televisão. Com o falecimento de Cel. Américo, Dr. Cristiano Guimarães (filho do Cel. Américo) traz Geraldo Pereira da Rocha (recém formado em Direito) de Sete Lagoas para assumir o controle da Companhia, que depois teve seu nome trocado para Companha Têxtil Cachoeira de Macacos e mais recentemente Cachoeira Velonorte. Dr. Geraldo como era conhecido, também era filho de um ex-gerente da companhia, Cirino Pereira da Rocha. No auge de sua produção, a companhia chegou a ter aproximadamente 600 funcionários, o que era um numerário a considerar, diante da pequena população do município. Na década de 80, a Companhia troca sua direção e não por acaso entra em profunda decadência. Era o início do fim. Hoje, trabalha com apenas 10% de sua capacidade instalada e está próxima de uma concordata. Diversos funcionários foram dispensados e uma grave crise instalou-se na região, agravada pelo desaquecimento da economia global. Em 7 de Abril de 2009 faleceu em Sete Lagoas Dr. Geraldo, figura onipresente na região e reconhecida por suas benfeitorias à cidade enquanto esteve a frente da Companhia.

Economia

A economia do município se baseia na indústria têxtil, extração de areia, na agropecuária e comércio local. Devido a seu porte, a economia da cidade também gira em torno dos empregos gerados pela Prefeitura, constantemente sob suspeita de irregularidades administrativas, que assolaram o município no passado recente. As principais entidades hoje na cidade é a SSVP, Rotari Clube, Asociação Sagrado Coração de Jesus e o Sindicato local (SINDIFTAC) sendo esta a maior entidade do município com cerca de 600 associados.

A política no município

Com a emancipação da cidade em 1962, o primeiro prefeito foi Waldir Ferreira França, seguido por Antônio Alves Costa Filho entre 1971 a 1974. Entre os anos de 1975 e 1978, a cidade foi administrada por João da Mata Pires. De 1979 a 1982, o prefeito foi Rafael Ernando Corrêa. Posteriormente Wilson Craide foi eleito e administrou o município até maio de 1988, quando teve que se afastar para candidatar-se à prefeitura de Piumhi. De 1989 a 1992 o prefeito eleito foi Múrcio José Silva. Em 1993 Rafael Ernando Correa reelegeu-se pela segunda vez. De 1997 a 2000, o prefeito foi Domício de Campos Maciel, sendo reeleito para mais um mandato que seria de 2001 a 2004 ele só conseguiu governar 3 anos ou seja, até setembro de 2003 pois teve o seu mandato cassado pelo TRE/MG. Com a cassação assume a prefeitura o 2º colocado das eleições do ano 2000, José Eustáquio Ribeiro Pinto (zé branco). Em 2006, José Pinto é eleito para o mandato até 31 de dezembro de 2008. Na gestão de zé branco, a Polícia Federal desbarata a quadrilha do Fundo de Participação dos Municípios e prende o prefeito (zé branco) dentro de sua própria casa, por ter participado do esquema de desvio de milhões de reais, do FPM - Fundo de Participação dos Municípios. Neste esquema de desvio de verbas públicas, aparece o nome do juiz Welliton Militão, como sendo o mentor das negociações. Fica comprovado o que todos já desconfiavam: zé branco, além de corrupto saiu-se de mau a pior como gestor público. Como se não bastasse, zé branco aparece novamente envolvido em compras fraudulentas de medicamentos e aparelhos hospitalares. Em 2008 Domício Maciel é eleito prefeito da cidade para o período de (2009/2012).

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